Sueli Batista tem projeto de livro infantil aprovado pela Lei Aldir Blanc
Escrito por Sueli Batista dos SantosEcontra-se em fase de editoração (ilustração e diagramação) o livro “A Chalana de Nhô É”, o primeiro infantil de autoria da presidente da Academia Mato-Grossense de Letras, Sueli Batista. A obra foi aprovada pela Lei Aldir Blanc, através da Secretária Municipal de Cultura, analisada pelo Conselho Municipal de Política Cultural. O lançamento está programado para o dia 17 de abril, quando terá como atração, o espetáculo nacional, com o cantor Carlos Navas, “Algumas Canções da Arca”, já visto por mais de 250 mi pessoas no país.
O livro “A Chalana de Nhô É” é voltado ao gênero literatura infantil, que é um importante recurso didático, e fonte enriquecedora de conhecimento de informação, para a criança. Através de um método fascinante e lúdico a criança pode se enveredar pela leitura, favorecendo o se desenvolvimento cognitivo, intelectual, emocional e social.
Na obra o ponto de partida é a história de um menino que ao nascer ganhou o nome de É, e que somente percebeu que tinha o menor nome do mundo, quando foi para a escola. Superou, por ser diferente, uma espécie de bulling ao ser empoderado, de certa forma, pela professora que lhe deu uma espécie de patrocínio positivo, que ele levou para o resto de sua vida. O livro ilustrado por Célio Maximiano, tem uma parte especial, a cada contextualização, que é de poesias para serem declamadas, através de um convite dos personagens de cada etapa. Sueli pretende contribuir de forma significativa para o desenvolvimento intelectual dos pequenos leitores, dando para a criança informações sobre vários aspectos do cotidiano, ao mesmo tempo em que se mescla realidade e fantasia. Chalana e Arca em combinação Aliás, no lançamento de “A Chalana de Nho É”, Sueli Batista traz para a Casa Barão, um evento infantil primoroso, no qual o bom-gosto e a fantasia são suas marcas registradas.
O artista Carlos Navas, em “Algumas Canções da Arca”, convida o público para um passeio lúdico pela obra consagrada de Viníus de Moraes e Toquinho, que na década de 80 fez grande sucesso. Na voz de Navas o espetáculo já percorreu por diversas cidades do país, sempre aclamado pela crítica. Ele também gravou outro CD para crianças, o “Cançoes de Faz de Conta”, que conta com participações especiais da saudosa atriz Bibi Ferreira, e da cantora Vânia Bastos. Navas tem mais de 10 CDs e DVD gravados. Tem uma parceria com Sueli Batista, cantando no CD Pássaro Passará, musicado por Alzira Espíndola e Lucina a partir das poesias do seu livro do mesmo nome.
Nossa querida amiga, confreira Marilia Beatriz Figueiredo Leite, nós academicas e acadêmicos não poderíamos deixar de perante essa assembléia, dizer-te muito obrigado. Muito obrigado à Marilia Beatriz, criativa e instigante que com este parâmetro, estabeleceu um traço de união entre os vários perfís que constituem a Academia Mato-Grossense de Letras e o pluralismo da nossa sociedade contemporânea. A gestão comandada pela Maria Beatriz termina com a asssinatura e o carimbo inconfundíveis dessa mulher que se colocou a disposição deste sodalício, para servir as causas da cultura e das letras de Mato Grosso. neste período fizemo-nos mais acadêmicos. Fizemo-nos amigos. Uma amizade de mão dupla.
Entrevista de Fernando Tadeu à Revista Outras Fronteiras
Escrito por Fernando Tadeu de Miranda BorgesNOS CAMINHOS DA IMORTALIDADE: A TRAJETÓRIA ACADÊMICA DE FERNANDO TADEU NOS TRILHOS DA HISTÓRIA
Nesta entrevista o Prof. Dr. Fernando Tadeu nara sua trajetória acadêmica, suas grandes referências na historiografia, suas contribuições na História e na área das Ciências Humanas. Além disso, descreve sua atuação fecunda na UFMT.
A equipe editorial de Outras Fronteiras tem a honra de apresentar esta entrevista com Fernando Tadeu de Miranda Borges. Fernando Tadeu é mato-grossense nascido em Cuiabá, em 1958. Em 1980 graduou-se em Ciências Econômicas pela UFMT e já nos anos seguintes fez pós-graduações também na área da Economia. Sempre interessado pela História Econômica, no Mestrado em Economia na USP (1991) enveredou-se definitivamente pelos caminhos da História, estudando o desenvolvimento urbano de Cuiabá.